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	<title>Media Factory</title>
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	<description>Marketing Digital</description>
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		<title>Fazer melhor marketing -</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 20:46:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[PME _Exame &#8211; Abril 7 estratégias inteligentes usadas por pequenas empresas para divulgar suas marcas em redes sociais e sites de busca Já foi o tempo em que investir em links patrocinados no Google era a única alternativa à disposição das pequenas e médias empresas para anunciar produtos e serviços na internet. Nos últimos anos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PME _Exame &#8211; Abril</p>
<h2>7 estratégias inteligentes usadas por pequenas empresas para divulgar suas marcas em redes sociais e sites de busca</h2>
<p>Já foi o tempo em que investir em links patrocinados no Google era a única alternativa à disposição das pequenas e médias empresas para anunciar produtos e serviços na internet. Nos últimos anos, a popularização de redes sociais, como Facebook, Twitter, LinkedIn, Youtube e Fourquare abriu novos espaços para a comunicação direta com potenciais consumidores. De acordo com dados da comScore &#8211; consultoria americana que pesquisa a audiência na internet -, as mídias sociais atualmente absorvem 70% do tempo que os internautas brasileiros passam conectados, hoje em torno de 42 horas mensais, em média. O desafio para as empresas agora é descobrir como chamar a atenção dos internautas nos momentos em que eles trocam fotos das férias, conversam com os amigos, contam piadas, compartilham vídeos ou publicam posts reclamando de outras empresas. “É preciso ter muito tato para passar a mensagem correta sem parecer um chato intrometido”, diz Leandro Kenski, diretor da Media Factory, consultoria paulista em marketing digital. “Existe anúncios que acabam sendo desastrosos de tão invasivos. É como se os vendedores de uma empresa interrompessem um bate-papo no bar para oferecer uma geladeira.” A seguir, conheça sete estratégias usadas por empreendedores que consiguiram bons resultados nos investimentos em marketing nas mídias socias depois de identificar o público-alvo e escolher a ferramenta mais adequada a cada situação</p>
<p><a href="http://mediafactory.com.br/2010/wp-content/upLoads/Abril-2012-Exame-PME.pdf" target="_blank">CLIQUE AQUI E LEIA MATÉRIA NA INTEGRA</a></p>
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		<title>Pequenas empresas devem usar o Twitter como SAC?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 17:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de especialista]]></category>

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		<description><![CDATA[23.03.2012 &#8211; Exame.com Por Leandro Kenski – CEO  Media Factory Na verdade, acredito que essa não seja mais uma opção da empresa. Mesmo que uma marca não possua um perfil no Twitter ou uma página no Facebook &#8211; o que é cada dia mais raro &#8211; seus clientes e consumidores estão falando sobre ela, construindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/pequenas-empresas-devem-usar-o-twitter-como-sac" target="_blank">23.03.2012 &#8211; Exame.com</a></p>
<p>Por <strong><em>Leandro Kenski – CEO  Media Factory</em></strong></p>
<p>Na verdade, acredito que essa não seja mais uma opção da empresa. Mesmo que uma marca não possua um perfil no <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/twitter" target="_blank">Twitter</a></strong> ou uma página no Facebook &#8211; o que é cada dia mais raro &#8211; seus clientes e  consumidores estão falando sobre ela, construindo espontaneamente sua  presença nas redes sociais.</p>
<p>O Twitter tende a ser um canal muito procurado por consumidores que  desejam fazer reclamações sobre produtos e serviços. Este é um canal  aberto e não é possível para uma marca apagar um comentário negativo  feito por outra pessoa, como pode acontecer no caso de comentários  feitos no mural da fanpage de uma empresa no Facebook.</p>
<p>Dessa forma, torna-se essencial que comentários, dúvidas e críticas  sejam sempre respondidos, pois os clientes desejam ser ouvidos e ter  feedback. Se você se posiciona de uma forma solícita para solucionar  possíveis problemas e responder a questionamentos, tem mais chances de  ganhar a simpatia do público. Para isso, é necessário monitorar o que é  dito por meio de aplicativos apropriados.</p>
<p>Uma sugestão para empresas com muita demanda é que sejam criados perfis  diferentes no Twitter: um para postagem de informações e outro para  atendimento ao consumidor, separando mensagens com objetivos diferentes.</p>
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		<title>Brasil lidera entrada nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 18:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Pirmira Mão &#8211; 20.03.2012 Os brasileiros são os que mais participam de sites de relacionamentos no mundo, representando 87,6% dos internautas do país, de acordo com pesquisa da empresa Marketer. Em segundo está a Indonésia, que registrou 87,5%. A pesquisa também revela que comparando o Brasil com outros países de grande tráfego como a China, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://noticias.primeiramao.com.br/brasil_lidera_entrada_nas_redes_sociais__content_ct_10790__.aspx" target="_blank">Pirmira Mão &#8211; 20.03.2012</a></p>
<p>Os brasileiros são os que mais participam de sites de relacionamentos  no mundo, representando 87,6% dos internautas do país, de acordo com  pesquisa da empresa Marketer. Em segundo está a Indonésia, que registrou  87,5%.</p>
<p>A pesquisa também revela que comparando o Brasil com outros países de  grande tráfego como a China, Índia e EUA, os brasileiros são os que  mais utilizam de forma pessoal. “A socialização é um traço forte do  usuário brasileiro, que utiliza as redes sociais muito mais para se  relacionar com pessoas do que com empresas, apesar de que isso também  esteja crescendo”, afirma Gabriel kenski, diretor de negócios da Media  Factory.</p>
<p>Nos outros países os internautas usam as redes de relacionamento mais  com as empresas do que de forma pessoal. “Este dado reflete o potencial  social do latino, e do brasileiro em especial. Por termos a  característica social muito forte, este ponto foi diretamente  transportado para o ambiente das redes sociais. Mas o uso para fins  profissionais vem crescendo muito e tende a se tornar cada vez mais  relevante no nosso cenário”, completa kenski.</p>
<p>Segundo Kenski, avaliando o Brasil como todo, o número de usuários   ativos  no Brasil vai crescer mais,  o país está se desenvolvendo e cada  vez mais pessoas estão sendo inseridas no mundo digital.” Isto  representa muitas oportunidades interessantes, pois o volume de negócios  que transitam pela internet tende a crescer muito. Em qualquer país  onde o número de usuários é grande, surgem novos modelos de negócios e  novos potenciais mercados e de relações” diz.</p>
<p>A pesquisa também mostra que cerca de 1,2 bilhões de pessoas ao redor  do mundo utilizam redes sociais pelo menos uma vez por mês, com base em  dezembro de 2011. Esse número corresponde a um crescimento de 23,1% em  relação a 2010.</p>
<p><strong>Texto: Ana Bastos</strong></p>
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		<title>Redes sociais &#8211; O Brasil no topo</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 21:36:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[24.03.2102 &#8211; O Povo Leia matéria na integra Se hoje são os latinos, de comportamento mais sociável, que lideram a presença nas redes sociais, ouviremos, em breve, falar dos africanos, que ganham agora algum acesso às tecnologias. É o que diz o especialista em marketing digital Gabriel Kenski. O POVO - Por que o brasileiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>24.03.2102 &#8211; O Povo</p>
<p><a href="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/?ui=2&amp;ik=7ed575ce7f&amp;view=att&amp;th=13655a9242e99b52&amp;attid=0.1&amp;disp=inline&amp;safe=1&amp;zw&amp;saduie=AG9B_P8fzGHVRJiTkSm-kSqDeEtk&amp;sadet=1332960451978&amp;sads=l3IcAFFNbKnLU94T9lrZIjpSlgI" target="_blank"><em><strong>Leia matéria na integra</strong></em></a></p>
<p>Se hoje são os latinos, de comportamento mais sociável, que lideram a  presença nas redes sociais, ouviremos, em breve, falar dos africanos,  que ganham agora algum acesso às tecnologias. É o que diz o especialista  em marketing digital Gabriel Kenski.</p>
<p><strong>O POVO </strong>- Por que o brasileiro gosta tanto das redes sociais?</p>
<p><strong>Gabriel Kenski </strong>-  Existem algumas características que fazem o brasileiro estar tão ativo  nas redes sociais. Uma delas é que o latino em geral é um povo muito  sociável por natureza. A sociabilidade ajuda nisso. Noutros países, a  questão pessoal é mais distanciada. As pessoas aqui são mais abertas e  isso explica em grande parte isso, acredito. E tende a crescer ainda  mais.</p>
<p><strong>OP </strong>- O número brasileiro chega a 87,6% de internautas presentes em alguma rede social. Você pode explicar esse índice?</p>
<p><strong>Kenski </strong>-  O número é colhido em cima dos usuários ativos da Internet no País. Só  que no Brasil ainda vai crescer. Os últimos números mostram que o Brasil  deva ter cerca de 70 milhões a 80 milhões de usuários, de uma população  de 200 milhões. Ainda há espaço para crescer bastante.</p>
<p><strong>OP </strong>- E o que o brasileiro faz tanto nas redes sociais?</p>
<p><strong>Kenski </strong>-  Bom, teria que dar uma olhada em cada uma. Mas, num perfil geral, muita  gente faz apenas a parte social. Isso comparado a outros países, a  diferença é grande. No Brasil, principalmente nas grandes redes  Facebook, Orkut, Twitter, a tendência é de assuntos pessoais. Em outros  países, é maior a comunicação entre consumidor e empresa. Aqui, esse  perfil ainda é menor.</p>
<p><strong>OP </strong>- E já seriam quantas as redes sociais? Muito mais de dezenas?</p>
<p><strong>Kenski </strong>-  Ah, muito mais. As maiores a gente sempre cita: Twitter, Facebook,  Orkut, Tumblr, Flickr, essas duas mais ligadas a fotos&#8230; há muitas  outras. Redes ligadas a moda, a viagens&#8230; Tem uma com bastante sucesso  chamada Pinterest, de compartilhar práticas e coisas curiosas,  interessantes. Não são dezenas, são centenas de redes.<br />
<strong>OP </strong>- A pesquisa apontou países emergentes, Brasil (87,6%) e Indonésia (87,5%), liderando a presença nas redes. Por quê?</p>
<p><strong>Kenski</strong> &#8211; Essa é uma boa pergunta. No Brasil, Índia, China, por exemplo, que  têm grande população não atendida socialmente, esse número (nas redes)  vai crescer muito. A Indonésia também é muito populosa e teve algum  tempo atrás um controle político muito forte. É um país que vem ganhando  bastante espaço. Isso não está nesse estudo, mas não me esquivaria a  dizer que daqui a algum tempo, ouviremos falar na pesquisa em países da  África, que estão chegando.<br />
<strong>OP- </strong>O que está por vir nas redes?</p>
<p><strong>Kenski </strong>-  A gente antevê que ainda num futuro, por alguns anos, haverá bastante  crescimento. A rede social não é um canal. Ela é uma forma de  comunicação que entrou pra ficar. Pode mudar a rede social, mudar de  nome, pode até mudar a plataforma, mas não vai mudar o conceito. É  simples, interessante. Você consegue aproximar a comunicação de uma  maneira muito forte. Certamente é uma tendência que veio para ficar.</p>
<p><strong>OP </strong>- Há pouco tempo se falava em inclusão digital. Agora já se alerta sobre exclusão digital.</p>
<p><strong>Kenski </strong>-   Recentemente falava com uma pessoa que tentava se recolocar no mercado  de trabalho, mas não era muito ligado em Internet. Ele teve acesso a  uma chance de emprego e pediram o LinkedIn (rede social corporativa)  dele. Não tinha, foi eliminado do processo. Por falta desse  conhecimento, hoje você acaba perdendo grandes oportunidades.</p>
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		<title>Profissionais brasileiros são a favor das redes sociais no trabalho, segundo pesquisa</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 22:04:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[14.03.2012 &#8211; Info Money SÃO PAULO &#8211; Um recente levantamento da Gentis Panel, com 1.709 trabalhadores, revelou que 55% dos executivos consultados são a favor do acesso às redes sociais no trabalho. Em contrapartida, 29% dos profissionais brasileiros entrevistados se mostraram contra o uso destas redes no horário de trabalho. E ao que parece, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ctl00_cphContent_ctl03_pnlNewsHotWords">
<div id="HOTWordsTxt">
<p><a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2369521-profissionais+brasileiros+sao+favor+das+redes+sociais+trabalho+segundo+pesquisa">14.03.2012 &#8211; Info Money</a></p>
<p>SÃO PAULO &#8211; Um recente levantamento da Gentis Panel, com 1.709 <a rel="nofollow" href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2369521-profissionais+brasileiros+sao+favor+das+redes+sociais+trabalho+segundo+pesquisa#">trabalhadores</a>, revelou que 55% dos executivos consultados são a favor do acesso às redes sociais no <a rel="nofollow" href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2369521-profissionais+brasileiros+sao+favor+das+redes+sociais+trabalho+segundo+pesquisa#">trabalho</a>. Em contrapartida, 29% dos profissionais brasileiros entrevistados se mostraram contra o uso destas redes no horário de <a href="http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2366693">trabalho</a>.</p>
<p>E  ao que parece, o uso de sites de relacionamento durante o expediente  parece ter bons benefícios, ao menos segundo a opinião de Leandro  Kenski, CEO da Media Factory, empresa especializada em marketing  digital. &#8220;As redes sociais têm se mostrado uma excelente ferramenta de  engajamento com clientes e <a rel="nofollow" href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2369521-profissionais+brasileiros+sao+favor+das+redes+sociais+trabalho+segundo+pesquisa#">potenciais</a> consumidores&#8221;.</p>
<p>De  acordo com o profissional, o recurso favorece o networking dos  profissionais, possibilita a geração de novos negócios à empresa,  promove a socialização dos funcionários e ainda alivia o estresse.</p>
<p>Segundo a pesquisa, tais itens tiveram menções de, respectivamente, 80,30%, 59% e 43% dos entrevistados.</p>
<p><strong>Opinião pública<br />
</strong>A  importância do que é falado nas redes sociais também foi mencionada por  43% dos consultados, que justificaram o uso dos sites de relacionamento  para que os colaboradores possam ficar por dentro do que é falado sobre  a empresa na web.</p>
<p>“No mercado B2B, as empresas podem desenvolver  sua rede de fornecedores, parceiros e clientes de maneira simples e  efetiva”, acrescenta Kenski.</p>
<p>O problema, no entanto, é que nem  todas as companhias pensam assim. Segundo o levantamento,  aproximadamente 63% das empresas têm algum regulamento quanto ao uso de   redes  sociais  no  ambiente de trabalho. Já 26% informaram não haver  regulamento em suas empresas.</p>
<p><strong>Não pode!<br />
</strong>Entre os pesquisados que são contra as <a href="http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2343518">redes sociais</a> no trabalho, 94% apontam que as pessoas não conseguem separar a vida  profissional de assuntos pessoais. Já outros 31% afirmam que as redes <a rel="nofollow" href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2369521-profissionais+brasileiros+sao+favor+das+redes+sociais+trabalho+segundo+pesquisa#">facilitam</a> o vazamento de informações confidenciais para pessoas indevidas,  enquanto 30% acreditam que os sites são fonte de informação  desnecessária para o trabalho.</p>
<p>O estudo aponta ainda que  30% também acreditam que as redes sociais aumentam o risco de exposição  indevida da marca, já que muitos pronunciamentos indevidos são causados  por funcionários que não estão autorizados a falar em nome da empresa.</p>
</div>
</div>
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		<title>Vale a pena ter uma loja no Facebook?</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 20:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de especialista]]></category>

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		<description><![CDATA[Exame.com 22.02.2012 Por Leandro Kenski – CEO  Media Factory Aproveitando todos os recursos oferecidos pelo Facebook para estimular a geração de negócios, cada vez mais empresas marcam presença na rede social. Além de anunciar e se relacionar com o público, uma grande oportunidade para quem vende ou quer vender pela internet, é a criação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/vale-a-pena-ter-uma-loja-no-facebook" target="_self">Exame.com 22.02.2012</a></p>
<p>Por <strong><em>Leandro Kenski – CEO  Media Factory</em></strong></p>
<p>Aproveitando todos os recursos oferecidos pelo <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/facebook" target="_blank">Facebook</a></strong> para estimular a geração de negócios, cada vez mais empresas marcam  presença na rede social. Além de anunciar e se relacionar com o público,  uma grande oportunidade para quem vende ou quer vender pela internet, é  a criação de uma FanShop, que nada mais é do que um e-commerce dentro  do próprio Facebook.</p>
<p>Essas lojas são construídas como <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/apps" target="_blank">apps</a></strong> e permitem que as pessoas que se interessam por um determinado produto  não precisem sair do ambiente da rede social para efetuar uma compra,  facilitando o processo e deixando-a mais suscetível a realizar a  transação.</p>
<p>Muitas marcas já possuem lojas dentro de suas páginas, no entanto, em  poucas é possível efetuar a transação até o final, efetivando o  pagamento dentro do próprio Facebook. Além disso, geralmente o que  encontramos é uma seleção de produtos e não todo o mix da loja, o que  pode restringir o acesso do consumidor a outras possibilidades de compra  ou à pesquisa e navegação por novos itens no seu site.</p>
<p>Por outro lado, não podemos esquecer que as recomendações de produtos  por amigos influenciam muito mais as pessoas na hora da decisão de  compra do que um anúncio. Na rede social, qualquer interação com a marca  e seus produtos pode se tornar uma recomendação, que é um dos itens  chave do <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/social-commerce" target="_blank">social commerce</a></strong>.  Além disso, a propensão de um fã que navega na sua fanshop curtir ou  recomendar um produto por meio de botões de compartilhamento ou  comentários é muito maior, aumentando o potencial de viralização.</p>
<p>Enfim, ter uma loja dentro do Facebook pode restringir o acesso do  comprador a uma variedade maior de produtos. No entanto, por ser mais um  ponto de venda da marca, pode ajudar a atrair novos consumidores e  deixá-los mais suscetíveis a efetivar a transação.</p>
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		<item>
		<title>Como conseguir novos clientes pela internet?</title>
		<link>http://www.mediafactory.com.br/?p=1397</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 18:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de especialista]]></category>

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		<description><![CDATA[Exame.com 08.02.2012 O primeiro passo é o investimento em marketing nas ferramentas de busca Por Leandro Kenski – CEO  Media Factory É fundamental entender qual o papel de sua presença digital dentro do seu processo de vendas. Sua empresa vai buscar efetivamente fechar uma transação online, no modelo de e-commerce? Sua empresa vai gerar pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/como-conseguir-novos-clientes-pela-internet" target="_blank">Exame.com 08.02.2012</a></p>
<h3>O primeiro passo é o investimento em marketing nas ferramentas de busca</h3>
<p>Por <strong><em>Leandro Kenski – CEO  Media Factory</em></strong></p>
<p>É fundamental entender qual o papel de sua presença digital dentro do  seu processo de vendas. Sua empresa vai buscar efetivamente fechar uma  transação online, no modelo de e-commerce? Sua empresa vai gerar pessoas  interessadas nos seus produtos ou serviços que cadastrem seus dados  para que sua área comercial entre em contato (processo conhecido no  mercado como lead)? Sua empresa vai atrair os potenciais compradores  para um show room, test drive ou loja para fechar negócio?</p>
<p>O importante é ter clareza para avaliar e medir como estes potenciais  clientes estão interagindo com cada uma das propriedades da sua empresa  na internet e quais resultados estão sendo alcançados.</p>
<p>Para atrair novos clientes, o primeiro passo é o investimento em <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/marketing" target="_blank">marketing</a></strong> nas ferramentas de busca, por meio dos links patrocinados, pois é onde  seu potencial cliente vai procurar por seu serviço/produto. Se o seu  produto é inovador e pouco conhecido, é fundamental a promoção nas redes  sociais, onde poderá se espalhar rapidamente e também por meio de  campanhas de e-mail marketing segmentadas, com foco no seu público alvo.</p>
<p>Alguns exemplos práticos que costumo recomendar aos clientes B2B, que são pouco explorados, são publicidade no <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/linkedin" target="_blank">LinkedIn</a></strong> e publicidade para geração de leads no Slideshare (rede social para publicação de apresentações).</p>
<p>Em todas as ações de marketing, o ideal é que esse planejamento seja  feito de forma integrada, pois cada uma destas ações (e outras várias  possibilidades) passa a ter um efeito multiplicador.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Publicidade na internet brasileira ultrapassa impressos até 2015</title>
		<link>http://www.mediafactory.com.br/?p=1391</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 19:51:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasil Econômico &#8211; 07.02.2012 Seguindo tendência de economias desenvolvidas, propaganda brasileira na internet deve crescer 23,8% no ano, enquanto jornais e revistas devem avançar 3,6% e 6%, respectivamente. A publicidade na internet brasileira deverá superar os gastos com anúncios em jornais e revistas até 2015, seguindo a onda das economias mais desenvolvidas. A previsão é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasileconomico.ig.com.br/noticias/publicidade-na-internet-brasileira-ultrapassa-impressos-ate-2015_112819.html" target="_blank">Brasil Econômico &#8211; 07.02.2012</a></p>
<p><strong>Seguindo tendência de economias  desenvolvidas, propaganda brasileira na internet deve crescer 23,8% no  ano, enquanto jornais e revistas devem avançar 3,6% e 6%,  respectivamente. </strong></p>
<p>A publicidade na internet brasileira deverá superar os gastos com  anúncios em jornais e revistas até 2015, seguindo a onda das economias  mais desenvolvidas.</p>
<p>A previsão é apontada pela Wark International Ad Forecast, serviço  que analisa o segmento. &#8220;O tempo gasto com as mídias digitais vem  aumentando rapidamente, sendo assim, é natural que os anunciantes migrem  para onde se encontram os seus consumidores&#8221;, explica o especialista  Leandro Kenski, CEO da Media Factory, agência especializada em marketing  digital.</p>
<p>Segundo a pesquisa divulgada nesta semana, os mercados emergentes vão  garantir o crescimento da publicidade em 2012. Entre os 13 países  pesquisados pela Wark, o Brasil deverá apresentar o quarto maior avanço,  8,5%, atrás de Rússia (16,5%), Índia (14%) e China (11,5%).</p>
<p>Em 2010, a publicidade no Brasil ocupou a mesma posição, com avanço  de 7,1%. O período foi marcado por decréscimos em algumas das principais  economias. Segundo o estudo, a internet puxa o crescimento dos anúncios  globalmente, com variação positiva nos países pesquisados de 12,6%,  seguida por TV (5,3%), outdoors (5,1%), cinema (3,8%) e rádio (2,9%).</p>
<p>Já os jornais e revistas deverão apresentar leve queda em 2012, de 2%  e 1,2%, respectivamente. No caso do Brasil, o aumento da publicidade  on-line deverá ser de 23,8%, informa a pesquisa. Já jornais e revistas  devem avançar 3,6% e 6%, respectivamente.</p>
<p>&#8220;Na Media Factory, onde nos especializamos em performance on-line,  percebemos que muitos de nossos clientes estão migrando para ações que  gerem vendas rapidamente e que possam ser efetivamente mensuradas&#8221;,  explica Leandro Kenski. &#8220;Todas as pesquisas recentes apontam que a  velocidade de crescimento do investimento em mídias digitais nos  próximos três anos é muito superior a outras mídias&#8221;, acrescenta.</p>
<p>Embora os gastos com publicidade on-line nos países pesquisados devam  crescer menos em 2012 do que em 2011, quando o aumento foi de 16,6%, o  segmento deverá responder por 20% do total investido em anúncios até o  fim do ano, informa a Wark.</p>
<p>Entre as chamadas economias desenvolvidas, Alemanha (-0,8%), França  (-0,9%) e Itália (-2,3%) apresentarão em 2012 o pior desempenho de sua  história na comparação com o ano anterior.</p>
<p>A participação do Brasil no total aplicado nos 13 países examinados  tem aumentado: de 3,1%, em 2003, para estimados 4,5%, em 2012. Os  Estados Unidos, cuja fatia passou de 50,4% para 41,6% nos últimos dez  anos, vem perdendo espaço para países emergentes.</p>
<p>Já a participação da China terá passado de 6,5%, em 2003, para 12,2% em 2012, segundo as séries históricas da Wark.</p>
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		<title>Em quais redes sociais a minha empresa deve estar?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 19:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de especialista]]></category>

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		<description><![CDATA[Exame.com 11.01.2012 Facebook e Google+ são paradas obrigatórias para as pequenas empresas Por Leandro Kenski – CEO  Media Factory A resposta é fácil: nas que seus clientes estão. Em uma rede social com 792,9 milhões de visitantes únicos em um mês e 35 milhões de brasileiros cadastrados, há grandes chances de encontrar interessados nos produtos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/em-quais-redes-sociais-a-minha-empresa-deve-estar" target="_blank">Exame.com 11.01.2012</a></p>
<h3>Facebook e Google+ são paradas obrigatórias para as pequenas empresas</h3>
<p>Por <strong><em>Leandro Kenski – CEO  Media Factory</em></strong></p>
<p>A resposta é fácil: nas que seus clientes estão. Em uma rede social com  792,9 milhões de visitantes únicos em um mês e 35 milhões de  brasileiros cadastrados, há grandes chances de encontrar interessados  nos produtos ou serviços da sua empresa.</p>
<p>Esses são os números do <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/facebook" target="_blank">Facebook</a></strong>,  que em 2011 apresentou diversas novidades que garantiram mais um ano de  sucesso, confirmado pelo crescimento tanto do número de usuários,  quanto da receita, que chegou a 1,6 bilhão de dólares.</p>
<p>As inovações foram desde novas possibilidades para anunciantes dentro  da rede até a abertura de sua plataforma para desenvolvedores,  possibilitando transformar qualquer página da web em uma página do  Facebook, por meio dos botões de curtir, compartilhar, entre outros  recursos.</p>
<p>No entanto, um novo concorrente desponta com a ideia de roubar o público do Facebook em 2012. No <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/google-mais" target="_blank">Google+</a></strong>,  apesar de em novembro ter alcançado o equivalente a apenas 10% dos  visitantes únicos do Facebook, o número de usuários cadastrados vem  crescendo rapidamente e, no mesmo mês, o Brasil foi o país que mais  acessou a rede, segundo a comScore.</p>
<p>Além de ser visto como uma alternativa para as pessoas que já estão  cansando do Facebook, por causa da banalização da rede, do excesso de  anúncios, informações e spam, o Google+ tem a grande vantagem de gerar  alta relevância para conteúdo compartilhado ali, fazendo com que melhore  seu posicionamento nos resultados de buscas e gerando mais tráfego. Se  entre as estratégias para 2012 da sua empresa está marketing de busca e  SEO, é importante pensar em estar presente no Google+.</p>
<p>Redes sociais baseadas em aplicativos mobile com recursos de  geolocalização, gamification e no compartilhamento de imagens também são  promissoras. Entre elas estão os já populares Instagram, Foursquare,  Foodspotting e GetGlue e o novo Pinterest &#8211; já com mais de 5 milhões de  usuários &#8211; que valem uma análise de público e um estudo de como sua  empresa pode participar de forma estratégica.</p>
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		<title>Onde investir em marketing digital para 2012?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 14:24:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Exame.com 28.12.2011 Com forte presença online, as pequenas empresas também conseguem faturar mais Por Leandro Kenski – CEO  Media Factory Muitas pessoas me perguntaram nestas últimas semanas o que deveriam incluir no planejamento de marketing de suas empresas em 2012. Sempre digo que isto depende muito dos objetivos que sua empresa precisa alcançar. O básico, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/onde-investir-em-marketing-digital-para-2012" target="_blank">Exame.com 28.12.2011</a></p>
<h3>Com forte presença online, as pequenas empresas também conseguem faturar mais</h3>
<p>Por <strong><em>Leandro Kenski – CEO  Media Factory</em></strong></p>
<p>Muitas pessoas me perguntaram nestas últimas semanas o que deveriam incluir no planejamento de <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/marketing" target="_blank">marketing</a></strong> de suas empresas em 2012. Sempre digo que isto depende muito dos  objetivos que sua empresa precisa alcançar. O básico, porém, todo  empreendedor deve fazer.</p>
<p>Investir para que sua empresa apareça bem posicionada nos resultados  dos buscadores continua sendo uma estratégia vencedora, pois é nessa  hora que seus potenciais clientes estão efetivamente procurando pelo  produto ou serviço que você oferece. Um plano para SEO (otimização para  os buscadores) e links patrocinados podem ajudar. Boa parte da verba  investida no marketing digital das empresas segue este caminho.</p>
<p>O e-mail marketing é uma das ações com melhor retornoe toda empresa  deve se preocupar em construir sua base de dados de e-mails e manter uma  comunicação frequente com ela.</p>
<p>O crescimento do tempo gasto pelas pessoas nas redes sociais vem  incentivando as empresas a aumentarem os investimentos em mídias sociais  ano após ano. Para começar, vale a pena criar e manter presença no <a href="http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/como-usar-o-facebook-para-promover-meu-site" target="_blank">Facebook</a>, no <a href="http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/como-usar-o-twitter-para-promover-minha-empresa" target="_blank">Twitter</a> e possuir um blog corporativo. Além disso, teste investimentos em social ads, que podem ter uma segmentação bem acertada.</p>
<p>Obviamente existem muitas outras oportunidades além dessas, como  programas de afiliados, compra de mídia display, ações de co-registro,  criação e divulgação de vídeos e mobile marketing. Independentemente das  ações que sua empresa adote, sempre sugiro entender o que você espera  do marketing digital, planejar, executar, otimizar e garantir que tudo  seja medido adequadamente.</p>
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